UltraPed | Ultrassonografia Pediatrica com o Dr. Kleber Pimentel
ULTRAPED
Ultrassonografia pediátrica com o Dr. Kleber Pimentel

A criança chega no seu plantão. Você examina com critério, não com medo.

Mais de 22 horas de aulas e mentorias, do abdome à transfontanela e à emergência, com professoras convidadas.

Dr. Kleber Pimentel apontando para o vídeo de apresentação do UltraPed

Assista ao caso da menina de 10 anos que chegou ao plantão sem cara de apendicite.

40 aulas em 14 módulos Do recém-nascido à adolescência

Médicos que estudaram ultrassom com o Dr. Kleber

Depoimento em vídeo da Dra. Juliane Dias

Dra. Juliane DiasMédica, ultrassonografista

Depoimento em vídeo do Dr. Ricardo Muricy

Dr. Ricardo MuricyMédico, ginecologista e obstetra

Depoimento em vídeo do Dr. André Gentil

Dr. André GentilMédico, pediatra

Você já fez essas perguntas.

Os alunos chamam o Dr. Kleber de Klebão. E as perguntas chegam assim:

  • Klebão, eu sempre vou encontrar o apêndice durante o exame?

  • E aí, tem refluxo?

  • Eu falo: não tenho como dizer que tem refluxo.

  • Klebão, se você me diz que tem hiperecogênico, como eu vou separar?

  • Klebão, mas não tem um preset pronto?

  • Klebão, eu tenho que botar isso em todo laudo de transfontanela?

Na criança, cada exame parece o primeiro, mesmo para quem tem anos de ultrassom no adulto.

É o meu plantão. Quero começar

Na criança, o erro tem dois lados.

Deixar passar
  • O apêndice doente só na ponta, liberado porque a varredura parou no começo.
  • O testículo que tinha poucas horas de janela.
  • A icterícia que parecia fisiológica e pedia investigação logo.
Inventar doença
  • O rim do recém-nascido, mais claro por natureza, laudado como doença renal.
  • O quadril imaturo que vira displasia e manda o bebê para o suspensório.
  • O ovário da menina chamado de policístico, e o tratamento hormonal que começa cedo.

“É muito difícil você inventar o normal, mas é muito fácil inventar um patológico.”

Dr. Kleber Pimentel

Quatro diferenças que a formação em ultrassom geral quase nunca separa

  1. Slide da aula de rins: comprimento renal em neonatos, de 3,4 a 5,0 cm
    01

    A medida muda com a idade

    O normal do recém-nascido não é o normal da criança de 12 anos. Quem compara com a tabela errada chama de alterado o que é só uma criança menor.

  2. Slide da aula de princípios: examinar a criança tranquila, brincando ou comendo
    02

    O paciente não colabora

    Chora, não prende a respiração, faz xixi antes de você ver a bexiga. Sem técnica para conduzir a sala, a janela acústica vai embora.

  3. Slide da aula de princípios com o TGC e os botões do aparelho de ultrassom
    03

    O aparelho do plantão perdoa menos

    Foco, frequência, profundidade e ganho pedem outro ajuste no corpo pequeno, e a máquina do plantão raramente é a melhor do hospital.

  4. Slide da aula de baço: a textura normal que parece heterogênea no transdutor de alta frequência
    04

    Tem imagem que imita doença

    O plexo coroide que parece hemorragia, a veia hepática cortada que parece cisto, o baço normal que o transdutor de alta resolução faz parecer heterogêneo.

No UltraPed, você aprende a separar as quatro, órgão por órgão.

Hoje, muitas vezes, não tem quem faça.

“A gente ouve de vários que, olha, hoje não tem quem faça.”

Dra. Priscila Lyra, neonatologista e professora da UFBA

Hospital geral, maternidade, pronto-atendimento: a criança chega com ou sem especialista em pediatria na escala. Torção testicular, intussuscepção e apendicite não escolhem plantão.

“O pediatra entende que você estuda aquela patologia e que você vai agregar na suspeita diagnóstica.”

Dr. Kleber Pimentel

O exame pediátrico tem regras próprias.

A medida normal muda com a idade, o paciente não colabora e a família precisa de calma durante o exame. Você precisa do critério de cada órgão na cabeça e do jeito de conduzir a sala.

O UltraPed ensina o exame do jeito que o Dr. Kleber faz no hospital público onde “a agenda é 90% criança”.

Slide da aula de vesícula e vias biliares com a medida normal do colédoco em quatro faixas de idade
A medida do colédoco muda em cada faixa de idade.

O que os alunos dizem das aulas do Dr. Kleber

Comentários de alunos elogiando a didática do Dr. Kleber Pimentel em cursos de ginecologia e na graduação Comentários de alunos elogiando a didática do Dr. Kleber Pimentel

O roteiro do Dr. Kleber para o exame pediátrico

  1. 01

    A sala antes do transdutor

    Você conquista a criança e traz a família para o seu lado antes de apertar a barriga de alguém.

  2. 02

    Varredura por órgão, sempre na mesma ordem

    Alça por alça, órgão por órgão, para o achado não depender de sorte.

  3. 03

    A medida certa para a idade

    Você compara com a tabela da faixa etária e não chama de alterado o que é só uma criança menor.

  4. 04

    O laudo fecha no critério

    Você sustenta o laudo com critério, inclusive na conversa com o cirurgião.

“Você não é só um retratista, você vai fazer um raciocínio clínico.”

Dr. Kleber Pimentel
Slide da aula de emergência com a lista de critérios ultrassonográficos de apendicite, desfocada a partir do quarto item, ao lado de uma imagem de apêndice
O que você recebe

40 aulas, do abdome à transfontanela, na ordem em que você examina

12 módulos do Dr. Kleber32 aulas5 aulas com convidadas3 mentorias com 18 casos
01

Princípios do exame e cortes do abdome

1 aula

Você entra em qualquer exame de criança com um roteiro fixo, do acolhimento ao último órgão.

  • Os quatro ajustes que ele repete o curso inteiro (foco, frequência, profundidade e ganho) e qual transdutor usar em cada tamanho de criança
  • Como conquistar a criança: o responsável ao lado, deixar tocar no transdutor, gel aquecido, posições alternativas, e por que o exame começa pela bexiga
  • A sistematização da varredura do abdome inteiro, em pelo menos dois sentidos por órgão
  • As variações que imitam nódulo e por que a medida acima da tabela não é, sozinha, doença

“Se for fazer exame de abdômen em criança, começa sempre pela bexiga, porque senão ela faz xixi e você perde a janela acústica.”

Slide da técnica do exame pediátrico: examinar a criança tranquila, brincando ou comendo
02

Rins e vias urinárias

2 aulas

O rim normal em cada idade

Você lê a ecogenicidade do rim pela idade e não chama de doença o rim claro do recém-nascido.

  • Diferenciação corticomedular e quando ela entra no laudo
  • Comprimento renal por idade, inclusive no prematuro
  • A embriologia que explica rim em ferradura e ectopia cruzada

Malformações, dilatações e tumores

Você reconhece o que mais aparece na pediatria e não dá agenesia para um rim que só estava fora do lugar.

  • Ectopias, duplicações, válvula de uretra posterior e megaureter
  • A graduação prática da dilatação e a pelve extrarrenal como variação do normal
  • Tumor de Wilms e doenças císticas pela classificação de Potter

“Eu estava no plantão de ultrassom de emergência e me chamaram na UTI pediátrica para poder dar uma olhada.”

Slide com a medida do comprimento renal no recém-nascido, de 3,4 a 5,0 cm
03

Fígado

2 aulas

Anatomia, varredura e medida

Você varre o fígado nos seis planos do laudo e não confunde ajuste de ganho com esteatose ou hepatomegalia.

  • Segmentação de Couinaud aplicada ao ultrassom
  • Os seis cortes padronizados para o laudo
  • A tática para a criança que não prende a respiração

Lesão focal e doença difusa

Você descreve cada lesão com o roteiro que o cirurgião espera e não chama de cisto uma veia hepática cortada.

  • Os três subtipos de hemangioma infantil, que muita gente não conhece
  • Fígado infiltrado na criança obesa e na criança magra, hepatite aguda e cirrose
  • Hepatoblastoma e metástase de neuroblastoma

“Faz uma barriga de Papai Noel, faz uma barriga igual à do tio Klebão.”

Tabela de medida do lobo direito do fígado por idade em meses
04

Baço

2 aulas

Você acha o baço no lugar certo e descreve cada achado com a frase que o exame sustenta.

  • Por que tanta gente dá agenesia de baço, e onde o transdutor deveria estar
  • A “heterogeneidade” que é só o normal visto com transdutor de alta resolução
  • Esplenomegalia e o raciocínio etiológico, infarto na doença falciforme, cistos e abscesso
  • Por que escrever “pontos ecogênicos” e não “calcificação”, e o que dizer diante de uma massa

“Kleber, você vai poder dizer que é um linfoma? Não, você vai descrever como imagem nodular.”

Slide sobre a textura do baço em criança de 12 anos conforme a frequência do transdutor
05

Intestino

2 aulas

Você reconhece a parede normal e chega ao plantão com roteiro para cada urgência intestinal.

  • A assinatura intestinal em cinco camadas e o que é espessamento de verdade
  • Apendicite: a técnica de busca, a compressão gradual e o checklist que ele manda anotar
  • Intussuscepção, obstrução, má rotação com volvo e atresias
  • Estenose hipertrófica do piloro e o espasmo pilórico que engana

“Às vezes o processo inflamatório está lá na ponta, você pegou a parte inicial saindo do ceco e não tinha nada, e aí você dá como normal.”

Slide com o quadro clínico da estenose hipertrófica do piloro
06

Adrenal

2 aulas

Você localiza a adrenal pelos marcos de cada lado e pensa primeiro no que o recém-nascido tem de mais comum.

  • Os três marcos anatômicos de cada lado e a regressão fisiológica nos primeiros meses
  • A armadilha da agenesia renal, em que um ramo da adrenal simula artéria renal
  • Hemorragia adrenal no parto difícil, hiperplasia congênita e neuroblastoma
  • A frase de laudo para massa sem etiologia definida

“O ultrassom não é diagnóstico histológico, o ultrassom é diagnóstico de lesão.”

Slide com os formatos da adrenal do recém-nascido no ultrassom
07

Quadril

2 aulas

Você monta o corte do método de Graf e classifica o quadril com a tabela na mão.

  • A anatomia do quadril do recém-nascido e os fatores de risco que justificam o pedido
  • Quando fazer o exame, e o critério dele entre a escola europeia e a americana
  • O corte coronal padrão, os ângulos e a tabela de Graf adaptada para o laudo
  • Casos reais do quadril imaturo ao luxado, e o que orientar à mãe

“Só em olhar eu já digo: esse quadril é normal.”

Tabela de Graf para classificação da displasia do desenvolvimento do quadril
08

Transfontanela

5 aulas · o maior módulo do curso
11 cortes4 ajustes3 armadilhas

É o mesmo conteúdo que o Dr. Kleber vende como curso próprio, o Transfontanelar.

Aula 1

Anatomia e reconhecimento

Com a anatomia de cor, o seu olho no exame vai direto para a lesão.

  • Os cortes na ordem exata, que viram as fotos do seu laudo
  • Os três cortes que ele manda gravar de cor, para quando o exame acontece sob pressão
  • Onde a substância branca é frágil, e por que a isquemia começa por ela
Aula 2

Técnica, indicação e janelas

Você tira imagem diagnóstica do aparelho que tiver na sala.

  • O ajuste que faz render até a máquina velha do plantão
  • Qual transdutor pegar em cada tamanho de bebê
  • Em que dia pedir o primeiro exame e quando repetir, para não perder a janela
Aula 3

Medidas, hemorragia e leucomalácia

Você pede e repete o exame no dia em que a lesão já pode aparecer.

  • A classificação de Papile e o que muda entre um grau e o próximo
  • O índice de resistência na cerebral anterior, e o que fazer quando ele passa do ponto
  • O calendário que separa hemorragia de leucomalácia
Aula 4

Ventriculomegalia e malformações

Sua medida entra na conversa com o neurocirurgião.

  • A medida que se discute antes de indicar derivação
  • Os sinais da agenesia de corpo caloso, e qual aparece primeiro
  • Dandy-Walker e os imitadores que enganam quase todo mundo
Aula 5

Cistos, hematomas e armadilhas

Você separa a variação da patologia antes de laudar.

  • Cisto de plexo contra subependimário: a referência que decide
  • Céfalo-hematoma contra subgaleal, e por que só um deles pode acabar em transfusão
  • A imagem que parecia hemorragia e sumia quando o ângulo mudava
Slide de anatomia da ultrassonografia transfontanela com corpo caloso, fórnix, tálamos e giro do cíngulo
Slide sobre a epidemiologia da leucomalácia periventricular com as referências científicas

“Uma das coisas de transfontanela que dá insegurança é você não dominar a anatomia.”

09

Coluna lombossacra

2 aulas

Você responde ao pedido mais frequente do berçário, a fosseta sacral, com os critérios que apontam quando a medula pode estar ancorada.

  • A contagem vertebral a partir do sacro e o nível do cone medular
  • Filum terminale, raízes que se movem e as variações que imitam massa
  • Os estigmas cutâneos que motivam o pedido e o critério da fosseta
  • Espinha bífida oculta, medula ancorada, lipomas e os itens que não podem faltar no laudo

“Uma pegadinha que acontece muito é a região sacral.”

Corte longitudinal do canal medular com o filum terminal e o cone acima de L3
10

Emergência pediátrica

6 aulas · as situações que mais chegam ao plantão
  1. Aula 1

    Apendicite, intussuscepção, piloro e adenite

    Você devolve ao cirurgião um laudo que responde à pergunta dele.

  2. Aula 2

    Linfonodomegalia cervical

    Você separa o linfonodo reacional do que merece investigação, sem assustar a mãe pelo tamanho.

  3. Aula 3

    Colecistite e sinovite do quadril

    Você reconhece a criança internada com colecistite e a que chega mancando, e sabe quando o derrame não é só transitório.

  4. Aula 4

    Torção testicular e diferenciais

    Você assume o escroto agudo com roteiro, dentro da janela em que o testículo ainda pode ser salvo.

  5. Aula 5

    Enterocolite necrosante e hidronefrose

    Você sabe o que procurar na alça do prematuro e mede a pelve renal no lugar e no momento certos.

  6. Aula 6

    FAST

    Você organiza o FAST em quatro janelas e responde o que o politraumatizado precisa.

Tabela comparando linfonodo normal, reacional, supurativo, metastático, linfomatoso e tuberculoso
Imagens de ultrassom com o sinal do redemoinho na torção testicular

“Eu já peguei um paciente de 12 anos com intussuscepção, não acreditaram em mim, foram para a tomografia, e estava lá a intussuscepção.”

11

Vesícula e vias biliares

4 aulas

Você mede o colédoco pela idade e reconhece a icterícia que não pode esperar.

  • A via biliar como um sistema único, e como separar ducto dilatado de vaso
  • Transdutor por idade, variações anatômicas e a tabela de medidas por faixa etária
  • Cálculo sem sombra, bile espessa e artefato, e por que nem todo espessamento é colecistite
  • Cistos de via biliar e os sinais de atresia de vias biliares

“O neonato você não vai nem ver. Se você enxergar, com certeza ele está patológico.”

Imagem de ultrassom de litíase biliar em criança, com a medida do cálculo
12

Pâncreas

2 aulas

Você encontra o pâncreas da criança usando o fígado como janela e sabe o que o ultrassom pode e não pode afirmar.

  • As relações vasculares que servem de mapa, e as medidas de referência por idade
  • Pâncreas anular, pâncreas divisum e as causas de pâncreas hiperecogênico na criança
  • Pancreatite pediátrica e o caso real de pancreatite de repetição
  • Como redigir o laudo diante de um nódulo

“Muitas vezes os residentes ficam comigo e falam: não estou conseguindo achar o pâncreas. Eu falei, você não está usando o fígado.”

Corte ultrassonográfico do pâncreas com cabeça, corpo e cauda marcados

E você ainda recebe

5 aulas com convidadas, gravadas ao vivo com o Dr. Kleber: 4 de ultrassom e 1 de marketing para o consultório

Dra. Priscila Lyra

USG na prematuridade

Dra. Priscila Lyra

Neonatologista e professora da UFBA

Você passa a saber o que a UTI neonatal procura no seu exame do prematuro, e o seu laudo passa a mudar a conduta.

  • A janela em que as hemorragias acontecem e quando repetir o exame
  • Enterocolite necrosante no ultrassom e hérnia inguinal do prematuro
  • Onde o ultrassom à beira do leito ajuda e onde ele não substitui o seu exame
Slide da aula da Dra. Priscila Lyra sobre enterocolite necrosante
Dra. Daniella Prudente

Mama e pelve na criança e na adolescente

Dra. Daniella Prudente

Você lauda útero, ovários e mama da menina com os critérios que o endocrinologista usa, sem transformar fase normal em doença.

  • O que muda no útero e nos ovários do nascimento à menarca
  • Ovário multifolicular contra policístico na adolescente
  • A mama da criança, o broto mamário e a telarca precoce

“Se a gente bota policístico ou micropolicístico, você cria um estigma.”

Slide da aula da Dra. Daniella Prudente sobre ovários na infância
Dra. Maria Heloina Moura Costa

Infecções congênitas (TORCH)

Dra. Maria Heloina Moura Costa

Pediatra e professora da UFBA

Você reconhece no ultrassom os sinais de infecção congênita e sabe o que perguntar da história antes de laudar.

  • Microcefalia: como medir e com qual curva
  • Citomegalovírus, toxoplasmose, rubéola e Zika, e o padrão de cada um
  • Com o Dr. Kleber: cistos germinolíticos e vasculopatia lenticuloestriada
Slide de abertura da aula da Dra. Maria Heloina Moura Costa sobre as infecções congênitas TORCHS
Dra. Cláudia Fontan

Quadril pediátrico além da displasia

Dra. Cláudia Fontan

Radiologista musculoesquelética há 20 anos

Você examina o quadril que dói indo além do derrame, e reconhece a criança que precisa de investigação no mesmo dia.

  • Sinovite transitória, artrite séptica e artrite idiopática juvenil
  • A varredura da cortical, apofisites e avulsões
  • Por que olhar o outro lado, mesmo sem ser pedido

“Mas você pode me perguntar: é raro, eu nunca faço, nunca chegou para mim. Porque você não anunciou que sabe fazer.”

Slide da aula da Dra. Cláudia Fontan com uma imagem de ultrassom e o laudo
Simone Pamponet

Marketing para o consultório particular

Simone Pamponet

Consultora de comunicação e vendas para médicos

Você descobre como o paciente particular escolhe o médico, antes de gastar mais um real em agência.

  • O que o paciente chama de “médico bom”, numa pesquisa de campo com pacientes
  • O caso do cardiologista do interior com três meses de fila e sem redes sociais

“Um médico não precisa de muitos pacientes, eles precisam de pacientes que retornam.”

Slide da aula de Simone Pamponet sobre o cenário da medicina

3 mentorias gravadas · 18 casos reais

Três encontros ao vivo, gravados. Em cada um, seis casos reais do Dr. Kleber, de hospital público, maternidade, emergência e consultório. O roteiro é sempre o mesmo: a história curta, que estrutura é essa, onde está, o que foge do normal, qual a suspeita. E cada caso termina com o laudo que ele escreveu.

Alguns dos casos:

  • Criança de 10 anos com dor abdominal e vômitos
  • Prematura de 32 semanas, com 5 dias de vida
  • Bebê de um mês que vomita e não ganha peso
  • Recém-nascido com cateter umbilical no abdome de rastreamento
  • Criança de 5 anos com caroços no pescoço depois de uma infecção
  • Recém-nascido com sofrimento fetal e uma imagem entre o baço e o rim

“Eu já dei vasculopatia no começo de carreira. Várias vezes. Depois eu vi que não era.”

Dr. Kleber Pimentel
Slide de mentoria com um caso de criança de 10 anos com dor abdominal e vômitos

Tutor de IA, 24 horas

O Tutor é a IA da plataforma, treinada no conteúdo do curso. Você revisa um critério a qualquer hora, sem esperar a próxima aula.

Quais critérios de ultrassom o curso usa para apendicite na criança?

Resposta do Tutor de IA listando critérios ultrassonográficos de apendicite

É para você que

  • Faz ultrassom geral e recebe criança sem ter tido formação em pediatria
  • Dá plantão em hospital, maternidade ou pronto-atendimento
  • É radiologista e começou a atender em hospital pediátrico
  • É pediatra ou neonatologista e já usa o ultrassom na rotina
  • Faz obstetrícia e quer seguir o bebê depois do parto
  • Quer ser o nome que o pediatra chama de volta

Não é para você se

  • Não tem CRM ativo
  • Procura um curso de ultrassom geral do adulto
  • Quer decorar tabela sem entender a anatomia, porque aqui a anatomia vem primeiro
Inscrição

Recapitulando o que entra na sua inscrição

Notebook com uma aula do Dr. Kleber sobre rim em ferradura e celular com a lista dos 14 módulos do UltraPed

UltraPed · Dr. Kleber Pimentel

TransfontanelaO curso Transfontanelar completo, as mesmas 5 aulas que o Dr. Kleber vende separadoR$ 997
Emergência pediátrica6 aulas, das queixas que mais chegam ao plantãoR$ 997
Abdome por órgão, quadril e coluna10 módulosR$ 1.997
3 mentorias gravadas18 casos reais, com o laudo que ele escreveuR$ 497
5 aulas com convidadasInestimável
Tutor de IA, 24 horasVem junto
Certificado de conclusãoVem junto
Somando as partes, sem contar as aulas das convidadasR$ 4.488

24 meses de acesso, com todas as aulas liberadas no primeiro dia.

De R$ 4.488 por

R$ 2.497à vista

ou 12x de R$ 249,75 no cartão

ECONOMIA DE R$ 1.991

No pagamento, você escolhe: R$ 2.497 à vista no Pix, no cartão ou no PayPal, ou 12x de R$ 249,75 no cartão. Com 7 dias de garantia.

Como funciona

  1. Você escolhe a forma de pagamento.
  2. O acesso chega no seu e-mail assim que o pagamento é aprovado.
  3. Todas as aulas, as mentorias e o Tutor já estão liberados.

7 dias para decidir com a aula na sua frente

Entre, assista às aulas que quiser e faça suas perguntas ao Tutor. Se em 7 dias achar que o UltraPed não é para você, peça o reembolso pela própria Hotmart, sem precisar justificar.

Dr. José

Ouça o que o Dr. José achou das aulas

Áudio de 1min26.

Dr. Kleber Pimentel de jaleco branco numa sala de ultrassom pediátrico, com um exame de rim no monitor do aparelho

Quem ensina: Dr. Kleber Pimentel

CRM-BA 13062 · RQE 5133 / 19259 / 12057

Dá plantão de ultrassonografia de emergência num hospital público em que “a agenda é 90% criança”, e é quem recebe a criança que chega com dor abdominal, vômito ou febre. São 15 anos fazendo ultrassonografia transfontanelar, na emergência e em exame agendado.

Médico e Mestre em Medicina e Saúde pela UFBA, professor adjunto da UFBA, membro da ISUOG e coautor de protocolos FEBRASGO, com título de especialista em Ultrassonografia Geral. São 28 anos de formado, 20 deles fazendo ultrassonografia.

“O que me fez diferenciar na ultrassonografia pediátrica foi estudar pediatria.”

Dr. Kleber Pimentel

E quando surgir uma dúvida sobre o conteúdo?

Nas mentorias gravadas, o Dr. Kleber responde às dúvidas que mais aparecem entre os alunos. E o Tutor de IA, dentro da área de membros, revisa com você qualquer critério do curso, a qualquer hora.

Perguntas frequentes

Preciso ter CRM ativo?

Sim. O UltraPed é exclusivo para médicos com CRM ativo.

Já faço ultrassom geral há anos. Vou aprender algo novo?

O exame pediátrico tem medidas por idade, armadilhas próprias e um paciente que não colabora. Na aula de transfontanela, o Dr. Kleber para a explicação para mostrar uma imagem que simula hemorragia e engana até quem já examina.

Meu aparelho não é dos melhores. Vale a pena?

No caso do vídeo, o Doppler do aparelho ajudava pouco, e o diagnóstico saiu dos critérios. As aulas também mostram os ajustes de foco, frequência e profundidade que tiram o máximo do aparelho que você tem.

Já tenho o curso Transfontanelar. O conteúdo se repete?

Sim, o módulo de transfontanela do UltraPed traz as mesmas 5 aulas. O UltraPed soma a elas os outros 11 módulos do Dr. Kleber, as 5 aulas das convidadas e as 3 mentorias com 18 casos.

Por quanto tempo tenho acesso?

24 meses, com todas as aulas liberadas no dia da inscrição.

Como funcionam as mentorias?

São três encontros que o Dr. Kleber fez ao vivo com alunos, respondendo dúvidas e discutindo casos. Estão gravados e você assiste quando quiser.

E se eu tiver dúvida durante o curso?

As três mentorias gravadas trazem o Dr. Kleber respondendo às dúvidas de alunos. Para rever um critério a qualquer hora, o Tutor de IA da área de membros responde com base no conteúdo das aulas.

Tem certificado?

Sim. Você recebe o certificado de conclusão ao terminar as aulas.

Quais são as formas de pagamento?

R$ 2.497 à vista no Pix, no cartão ou no PayPal, ou 12x de R$ 249,75 no cartão.

E se eu não gostar?

Você tem 7 dias de garantia. O reembolso é pedido pela própria Hotmart, sem justificativa.

A próxima criança já está na sua escala.

De R$ 4.488 por

R$ 2.497à vista

ou 12x de R$ 249,75 no cartão

Dr. Kleber Pimentel · CRM-BA 13062 · RQE 5133 / 19259 / 12057
Professor adjunto da Universidade Federal da Bahia
O UltraPed é vendido e entregue pela Hotmart.

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