- O apêndice doente só na ponta, liberado porque a varredura parou no começo.
- O testículo que tinha poucas horas de janela.
- A icterícia que parecia fisiológica e pedia investigação logo.
A criança chega no seu plantão. Você examina com critério, não com medo.
Mais de 22 horas de aulas e mentorias, do abdome à transfontanela e à emergência, com professoras convidadas.
Assista ao caso da menina de 10 anos que chegou ao plantão sem cara de apendicite.
Médicos que estudaram ultrassom com o Dr. Kleber

Dra. Juliane DiasMédica, ultrassonografista

Dr. Ricardo MuricyMédico, ginecologista e obstetra

Dr. André GentilMédico, pediatra
Você já fez essas perguntas.
Os alunos chamam o Dr. Kleber de Klebão. E as perguntas chegam assim:
Klebão, eu sempre vou encontrar o apêndice durante o exame?
E aí, tem refluxo?
Eu falo: não tenho como dizer que tem refluxo.
Klebão, se você me diz que tem hiperecogênico, como eu vou separar?
Klebão, mas não tem um preset pronto?
Klebão, eu tenho que botar isso em todo laudo de transfontanela?
Na criança, cada exame parece o primeiro, mesmo para quem tem anos de ultrassom no adulto.
É o meu plantão. Quero começarNa criança, o erro tem dois lados.
- O rim do recém-nascido, mais claro por natureza, laudado como doença renal.
- O quadril imaturo que vira displasia e manda o bebê para o suspensório.
- O ovário da menina chamado de policístico, e o tratamento hormonal que começa cedo.
“É muito difícil você inventar o normal, mas é muito fácil inventar um patológico.”
Dr. Kleber Pimentel
Quatro diferenças que a formação em ultrassom geral quase nunca separa
- 01
A medida muda com a idade
O normal do recém-nascido não é o normal da criança de 12 anos. Quem compara com a tabela errada chama de alterado o que é só uma criança menor.
- 02
O paciente não colabora
Chora, não prende a respiração, faz xixi antes de você ver a bexiga. Sem técnica para conduzir a sala, a janela acústica vai embora.
- 03
O aparelho do plantão perdoa menos
Foco, frequência, profundidade e ganho pedem outro ajuste no corpo pequeno, e a máquina do plantão raramente é a melhor do hospital.
- 04
Tem imagem que imita doença
O plexo coroide que parece hemorragia, a veia hepática cortada que parece cisto, o baço normal que o transdutor de alta resolução faz parecer heterogêneo.
No UltraPed, você aprende a separar as quatro, órgão por órgão.
Hoje, muitas vezes, não tem quem faça.
“A gente ouve de vários que, olha, hoje não tem quem faça.”
Dra. Priscila Lyra, neonatologista e professora da UFBA
Hospital geral, maternidade, pronto-atendimento: a criança chega com ou sem especialista em pediatria na escala. Torção testicular, intussuscepção e apendicite não escolhem plantão.
“O pediatra entende que você estuda aquela patologia e que você vai agregar na suspeita diagnóstica.”
Dr. Kleber Pimentel
O exame pediátrico tem regras próprias.
A medida normal muda com a idade, o paciente não colabora e a família precisa de calma durante o exame. Você precisa do critério de cada órgão na cabeça e do jeito de conduzir a sala.
O UltraPed ensina o exame do jeito que o Dr. Kleber faz no hospital público onde “a agenda é 90% criança”.
O que os alunos dizem das aulas do Dr. Kleber
O roteiro do Dr. Kleber para o exame pediátrico
- 01
A sala antes do transdutor
Você conquista a criança e traz a família para o seu lado antes de apertar a barriga de alguém.
- 02
Varredura por órgão, sempre na mesma ordem
Alça por alça, órgão por órgão, para o achado não depender de sorte.
- 03
A medida certa para a idade
Você compara com a tabela da faixa etária e não chama de alterado o que é só uma criança menor.
- 04
O laudo fecha no critério
Você sustenta o laudo com critério, inclusive na conversa com o cirurgião.
“Você não é só um retratista, você vai fazer um raciocínio clínico.”
Dr. Kleber Pimentel
40 aulas, do abdome à transfontanela, na ordem em que você examina
Princípios do exame e cortes do abdome
1 aulaVocê entra em qualquer exame de criança com um roteiro fixo, do acolhimento ao último órgão.
- Os quatro ajustes que ele repete o curso inteiro (foco, frequência, profundidade e ganho) e qual transdutor usar em cada tamanho de criança
- Como conquistar a criança: o responsável ao lado, deixar tocar no transdutor, gel aquecido, posições alternativas, e por que o exame começa pela bexiga
- A sistematização da varredura do abdome inteiro, em pelo menos dois sentidos por órgão
- As variações que imitam nódulo e por que a medida acima da tabela não é, sozinha, doença
“Se for fazer exame de abdômen em criança, começa sempre pela bexiga, porque senão ela faz xixi e você perde a janela acústica.”
Rins e vias urinárias
2 aulasO rim normal em cada idade
Você lê a ecogenicidade do rim pela idade e não chama de doença o rim claro do recém-nascido.
- Diferenciação corticomedular e quando ela entra no laudo
- Comprimento renal por idade, inclusive no prematuro
- A embriologia que explica rim em ferradura e ectopia cruzada
Malformações, dilatações e tumores
Você reconhece o que mais aparece na pediatria e não dá agenesia para um rim que só estava fora do lugar.
- Ectopias, duplicações, válvula de uretra posterior e megaureter
- A graduação prática da dilatação e a pelve extrarrenal como variação do normal
- Tumor de Wilms e doenças císticas pela classificação de Potter
“Eu estava no plantão de ultrassom de emergência e me chamaram na UTI pediátrica para poder dar uma olhada.”
Fígado
2 aulasAnatomia, varredura e medida
Você varre o fígado nos seis planos do laudo e não confunde ajuste de ganho com esteatose ou hepatomegalia.
- Segmentação de Couinaud aplicada ao ultrassom
- Os seis cortes padronizados para o laudo
- A tática para a criança que não prende a respiração
Lesão focal e doença difusa
Você descreve cada lesão com o roteiro que o cirurgião espera e não chama de cisto uma veia hepática cortada.
- Os três subtipos de hemangioma infantil, que muita gente não conhece
- Fígado infiltrado na criança obesa e na criança magra, hepatite aguda e cirrose
- Hepatoblastoma e metástase de neuroblastoma
“Faz uma barriga de Papai Noel, faz uma barriga igual à do tio Klebão.”
Baço
2 aulasVocê acha o baço no lugar certo e descreve cada achado com a frase que o exame sustenta.
- Por que tanta gente dá agenesia de baço, e onde o transdutor deveria estar
- A “heterogeneidade” que é só o normal visto com transdutor de alta resolução
- Esplenomegalia e o raciocínio etiológico, infarto na doença falciforme, cistos e abscesso
- Por que escrever “pontos ecogênicos” e não “calcificação”, e o que dizer diante de uma massa
“Kleber, você vai poder dizer que é um linfoma? Não, você vai descrever como imagem nodular.”
Intestino
2 aulasVocê reconhece a parede normal e chega ao plantão com roteiro para cada urgência intestinal.
- A assinatura intestinal em cinco camadas e o que é espessamento de verdade
- Apendicite: a técnica de busca, a compressão gradual e o checklist que ele manda anotar
- Intussuscepção, obstrução, má rotação com volvo e atresias
- Estenose hipertrófica do piloro e o espasmo pilórico que engana
“Às vezes o processo inflamatório está lá na ponta, você pegou a parte inicial saindo do ceco e não tinha nada, e aí você dá como normal.”
Adrenal
2 aulasVocê localiza a adrenal pelos marcos de cada lado e pensa primeiro no que o recém-nascido tem de mais comum.
- Os três marcos anatômicos de cada lado e a regressão fisiológica nos primeiros meses
- A armadilha da agenesia renal, em que um ramo da adrenal simula artéria renal
- Hemorragia adrenal no parto difícil, hiperplasia congênita e neuroblastoma
- A frase de laudo para massa sem etiologia definida
“O ultrassom não é diagnóstico histológico, o ultrassom é diagnóstico de lesão.”
Quadril
2 aulasVocê monta o corte do método de Graf e classifica o quadril com a tabela na mão.
- A anatomia do quadril do recém-nascido e os fatores de risco que justificam o pedido
- Quando fazer o exame, e o critério dele entre a escola europeia e a americana
- O corte coronal padrão, os ângulos e a tabela de Graf adaptada para o laudo
- Casos reais do quadril imaturo ao luxado, e o que orientar à mãe
“Só em olhar eu já digo: esse quadril é normal.”
Transfontanela
5 aulas · o maior módulo do cursoÉ o mesmo conteúdo que o Dr. Kleber vende como curso próprio, o Transfontanelar.
Anatomia e reconhecimento
Com a anatomia de cor, o seu olho no exame vai direto para a lesão.
- Os cortes na ordem exata, que viram as fotos do seu laudo
- Os três cortes que ele manda gravar de cor, para quando o exame acontece sob pressão
- Onde a substância branca é frágil, e por que a isquemia começa por ela
Técnica, indicação e janelas
Você tira imagem diagnóstica do aparelho que tiver na sala.
- O ajuste que faz render até a máquina velha do plantão
- Qual transdutor pegar em cada tamanho de bebê
- Em que dia pedir o primeiro exame e quando repetir, para não perder a janela
Medidas, hemorragia e leucomalácia
Você pede e repete o exame no dia em que a lesão já pode aparecer.
- A classificação de Papile e o que muda entre um grau e o próximo
- O índice de resistência na cerebral anterior, e o que fazer quando ele passa do ponto
- O calendário que separa hemorragia de leucomalácia
Ventriculomegalia e malformações
Sua medida entra na conversa com o neurocirurgião.
- A medida que se discute antes de indicar derivação
- Os sinais da agenesia de corpo caloso, e qual aparece primeiro
- Dandy-Walker e os imitadores que enganam quase todo mundo
Cistos, hematomas e armadilhas
Você separa a variação da patologia antes de laudar.
- Cisto de plexo contra subependimário: a referência que decide
- Céfalo-hematoma contra subgaleal, e por que só um deles pode acabar em transfusão
- A imagem que parecia hemorragia e sumia quando o ângulo mudava
“Uma das coisas de transfontanela que dá insegurança é você não dominar a anatomia.”
Coluna lombossacra
2 aulasVocê responde ao pedido mais frequente do berçário, a fosseta sacral, com os critérios que apontam quando a medula pode estar ancorada.
- A contagem vertebral a partir do sacro e o nível do cone medular
- Filum terminale, raízes que se movem e as variações que imitam massa
- Os estigmas cutâneos que motivam o pedido e o critério da fosseta
- Espinha bífida oculta, medula ancorada, lipomas e os itens que não podem faltar no laudo
“Uma pegadinha que acontece muito é a região sacral.”
Emergência pediátrica
6 aulas · as situações que mais chegam ao plantão- Aula 1
Apendicite, intussuscepção, piloro e adenite
Você devolve ao cirurgião um laudo que responde à pergunta dele.
- Aula 2
Linfonodomegalia cervical
Você separa o linfonodo reacional do que merece investigação, sem assustar a mãe pelo tamanho.
- Aula 3
Colecistite e sinovite do quadril
Você reconhece a criança internada com colecistite e a que chega mancando, e sabe quando o derrame não é só transitório.
- Aula 4
Torção testicular e diferenciais
Você assume o escroto agudo com roteiro, dentro da janela em que o testículo ainda pode ser salvo.
- Aula 5
Enterocolite necrosante e hidronefrose
Você sabe o que procurar na alça do prematuro e mede a pelve renal no lugar e no momento certos.
- Aula 6
FAST
Você organiza o FAST em quatro janelas e responde o que o politraumatizado precisa.
“Eu já peguei um paciente de 12 anos com intussuscepção, não acreditaram em mim, foram para a tomografia, e estava lá a intussuscepção.”
Vesícula e vias biliares
4 aulasVocê mede o colédoco pela idade e reconhece a icterícia que não pode esperar.
- A via biliar como um sistema único, e como separar ducto dilatado de vaso
- Transdutor por idade, variações anatômicas e a tabela de medidas por faixa etária
- Cálculo sem sombra, bile espessa e artefato, e por que nem todo espessamento é colecistite
- Cistos de via biliar e os sinais de atresia de vias biliares
“O neonato você não vai nem ver. Se você enxergar, com certeza ele está patológico.”
Pâncreas
2 aulasVocê encontra o pâncreas da criança usando o fígado como janela e sabe o que o ultrassom pode e não pode afirmar.
- As relações vasculares que servem de mapa, e as medidas de referência por idade
- Pâncreas anular, pâncreas divisum e as causas de pâncreas hiperecogênico na criança
- Pancreatite pediátrica e o caso real de pancreatite de repetição
- Como redigir o laudo diante de um nódulo
“Muitas vezes os residentes ficam comigo e falam: não estou conseguindo achar o pâncreas. Eu falei, você não está usando o fígado.”
E você ainda recebe
5 aulas com convidadas, gravadas ao vivo com o Dr. Kleber: 4 de ultrassom e 1 de marketing para o consultório
USG na prematuridade
Dra. Priscila Lyra
Neonatologista e professora da UFBA
Você passa a saber o que a UTI neonatal procura no seu exame do prematuro, e o seu laudo passa a mudar a conduta.
- A janela em que as hemorragias acontecem e quando repetir o exame
- Enterocolite necrosante no ultrassom e hérnia inguinal do prematuro
- Onde o ultrassom à beira do leito ajuda e onde ele não substitui o seu exame
Mama e pelve na criança e na adolescente
Dra. Daniella Prudente
Você lauda útero, ovários e mama da menina com os critérios que o endocrinologista usa, sem transformar fase normal em doença.
- O que muda no útero e nos ovários do nascimento à menarca
- Ovário multifolicular contra policístico na adolescente
- A mama da criança, o broto mamário e a telarca precoce
“Se a gente bota policístico ou micropolicístico, você cria um estigma.”
Infecções congênitas (TORCH)
Dra. Maria Heloina Moura Costa
Pediatra e professora da UFBA
Você reconhece no ultrassom os sinais de infecção congênita e sabe o que perguntar da história antes de laudar.
- Microcefalia: como medir e com qual curva
- Citomegalovírus, toxoplasmose, rubéola e Zika, e o padrão de cada um
- Com o Dr. Kleber: cistos germinolíticos e vasculopatia lenticuloestriada
Quadril pediátrico além da displasia
Dra. Cláudia Fontan
Radiologista musculoesquelética há 20 anos
Você examina o quadril que dói indo além do derrame, e reconhece a criança que precisa de investigação no mesmo dia.
- Sinovite transitória, artrite séptica e artrite idiopática juvenil
- A varredura da cortical, apofisites e avulsões
- Por que olhar o outro lado, mesmo sem ser pedido
“Mas você pode me perguntar: é raro, eu nunca faço, nunca chegou para mim. Porque você não anunciou que sabe fazer.”
Marketing para o consultório particular
Simone Pamponet
Consultora de comunicação e vendas para médicos
Você descobre como o paciente particular escolhe o médico, antes de gastar mais um real em agência.
- O que o paciente chama de “médico bom”, numa pesquisa de campo com pacientes
- O caso do cardiologista do interior com três meses de fila e sem redes sociais
“Um médico não precisa de muitos pacientes, eles precisam de pacientes que retornam.”
3 mentorias gravadas · 18 casos reais
Três encontros ao vivo, gravados. Em cada um, seis casos reais do Dr. Kleber, de hospital público, maternidade, emergência e consultório. O roteiro é sempre o mesmo: a história curta, que estrutura é essa, onde está, o que foge do normal, qual a suspeita. E cada caso termina com o laudo que ele escreveu.
Alguns dos casos:
- Criança de 10 anos com dor abdominal e vômitos
- Prematura de 32 semanas, com 5 dias de vida
- Bebê de um mês que vomita e não ganha peso
- Recém-nascido com cateter umbilical no abdome de rastreamento
- Criança de 5 anos com caroços no pescoço depois de uma infecção
- Recém-nascido com sofrimento fetal e uma imagem entre o baço e o rim
“Eu já dei vasculopatia no começo de carreira. Várias vezes. Depois eu vi que não era.”
Dr. Kleber Pimentel
Tutor de IA, 24 horas
O Tutor é a IA da plataforma, treinada no conteúdo do curso. Você revisa um critério a qualquer hora, sem esperar a próxima aula.
Quais critérios de ultrassom o curso usa para apendicite na criança?
É para você que
- Faz ultrassom geral e recebe criança sem ter tido formação em pediatria
- Dá plantão em hospital, maternidade ou pronto-atendimento
- É radiologista e começou a atender em hospital pediátrico
- É pediatra ou neonatologista e já usa o ultrassom na rotina
- Faz obstetrícia e quer seguir o bebê depois do parto
- Quer ser o nome que o pediatra chama de volta
Não é para você se
- Não tem CRM ativo
- Procura um curso de ultrassom geral do adulto
- Quer decorar tabela sem entender a anatomia, porque aqui a anatomia vem primeiro
Recapitulando o que entra na sua inscrição
UltraPed · Dr. Kleber Pimentel
24 meses de acesso, com todas as aulas liberadas no primeiro dia.
De R$ 4.488 por
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ECONOMIA DE R$ 1.991No pagamento, você escolhe: R$ 2.497 à vista no Pix, no cartão ou no PayPal, ou 12x de R$ 249,75 no cartão. Com 7 dias de garantia.
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- Você escolhe a forma de pagamento.
- O acesso chega no seu e-mail assim que o pagamento é aprovado.
- Todas as aulas, as mentorias e o Tutor já estão liberados.
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Entre, assista às aulas que quiser e faça suas perguntas ao Tutor. Se em 7 dias achar que o UltraPed não é para você, peça o reembolso pela própria Hotmart, sem precisar justificar.
Ouça o que o Dr. José achou das aulas
Áudio de 1min26.
Quem ensina: Dr. Kleber Pimentel
CRM-BA 13062 · RQE 5133 / 19259 / 12057
Dá plantão de ultrassonografia de emergência num hospital público em que “a agenda é 90% criança”, e é quem recebe a criança que chega com dor abdominal, vômito ou febre. São 15 anos fazendo ultrassonografia transfontanelar, na emergência e em exame agendado.
Médico e Mestre em Medicina e Saúde pela UFBA, professor adjunto da UFBA, membro da ISUOG e coautor de protocolos FEBRASGO, com título de especialista em Ultrassonografia Geral. São 28 anos de formado, 20 deles fazendo ultrassonografia.
“O que me fez diferenciar na ultrassonografia pediátrica foi estudar pediatria.”
Dr. Kleber Pimentel
E quando surgir uma dúvida sobre o conteúdo?
Nas mentorias gravadas, o Dr. Kleber responde às dúvidas que mais aparecem entre os alunos. E o Tutor de IA, dentro da área de membros, revisa com você qualquer critério do curso, a qualquer hora.
Perguntas frequentes
Preciso ter CRM ativo?
Sim. O UltraPed é exclusivo para médicos com CRM ativo.
Já faço ultrassom geral há anos. Vou aprender algo novo?
O exame pediátrico tem medidas por idade, armadilhas próprias e um paciente que não colabora. Na aula de transfontanela, o Dr. Kleber para a explicação para mostrar uma imagem que simula hemorragia e engana até quem já examina.
Meu aparelho não é dos melhores. Vale a pena?
No caso do vídeo, o Doppler do aparelho ajudava pouco, e o diagnóstico saiu dos critérios. As aulas também mostram os ajustes de foco, frequência e profundidade que tiram o máximo do aparelho que você tem.
Já tenho o curso Transfontanelar. O conteúdo se repete?
Sim, o módulo de transfontanela do UltraPed traz as mesmas 5 aulas. O UltraPed soma a elas os outros 11 módulos do Dr. Kleber, as 5 aulas das convidadas e as 3 mentorias com 18 casos.
Por quanto tempo tenho acesso?
24 meses, com todas as aulas liberadas no dia da inscrição.
Como funcionam as mentorias?
São três encontros que o Dr. Kleber fez ao vivo com alunos, respondendo dúvidas e discutindo casos. Estão gravados e você assiste quando quiser.
E se eu tiver dúvida durante o curso?
As três mentorias gravadas trazem o Dr. Kleber respondendo às dúvidas de alunos. Para rever um critério a qualquer hora, o Tutor de IA da área de membros responde com base no conteúdo das aulas.
Tem certificado?
Sim. Você recebe o certificado de conclusão ao terminar as aulas.
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